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Networking: não seremos lembrados pelo que dissemos a uma pessoa, mas pelo que o fazemos sentir.

Networking: não é quem você conhece, mas quem te conhece!

Networking é uma palavra em inglês que indica a capacidade de estabelecer uma rede de contatos ou uma conexão com algo ou com alguém.

Essa rede de contatos é um sistema de suporte onde existe a partilha de serviços e informação entre indivíduos ou grupos que têm um interesse em comum.

Todos nós temos contatos, mas nem todos têm contatos que realmente contam. Uma coisa é conhecer pessoas, e outra é para essas pessoas conhecê-lo na dimensão que importa, e para isso é importante saber como se conectar com as pessoas. Qual é o seu caso? Você está fazendo boas redes?

Mitos sobre redes

Entre os mais comuns, temos: é o ato de conhecer novas pessoas e distribuir muitos cartões de visita em eventos. É uma atividade apenas para iniciantes ou para aqueles que apenas começam um negócio. É útil somente quando você está procurando um emprego. É o espaço e o momento preciso para vender seus produtos e serviços para outros.

Realidade disputada

Uma conversa simples pode mudar sua vida. Nunca subestime o poder das redes para melhorar a sua vida profissional e pessoal. A rede é o passo inicial para fazer a diferença e posicionar-se. As pessoas mais bem-sucedidas, satisfeitas e felizes são muitas vezes as que estão melhor conectadas com outras pessoas bem sucedidas, satisfeitas e felizes. Quando essas pessoas precisam de informações ou suporte, eles sabem exatamente para quem ligar.

Você só controla um lado da moeda

Não é quem você conhece, mas quem conhece você, com quem você se conecta. Conhecer uma nova pessoa envolve 2 aspectos: a pessoa e a imagem que essa pessoa irá construir de você. E este segundo aspecto é fundamental no processo de rede. Em toda a interação humana, sempre haverá a dinâmica de dar e receber, e um só tem controle de um lado. Adivinhe qual. Portanto, o mais sensato é sempre trabalhar no lado que controla 100%.

Bluetooth Neural

Em particular, a rede não é sobre como receber, mas sobre conectar e dar. Embora nem todos tenham a capacidade inata de se conectarem às pessoas, felizmente, essa é uma habilidade que pode ser aprendida através de treinamento adequado. Este é o desafio desses tempos de uso e abuso de redes sociais e tecnologia, especialmente para as gerações mais jovens. Nem tudo pode ser alcançado usando apenas redes sociais. Prepare-se para desenvolver a capacidade de se conectar com pessoas.

Dê para receber

Em um evento, muitas pessoas se concentram equivocadamente no que pode haver para elas, no que elas receberão. Essa não é a maneira de começar. O princípio da reciprocidade é a chave. Quando você dá algo a outra pessoa, essa pessoa irá insistir em dar-lhe o que recebeu de você.

O coração antes da mão

Quando você está prestes a conhecer uma pessoa em um evento, você deve ter em mente o seguinte: Quem é você? O que faz? Sobre o que você vai falar? E o que você pode fazer pelo outro? Antes de tudo, você deve se conectar e, para se conectar, você deve primeiro tocar o coração da outra pessoa. Prepare-se para transformar suas conversas, desde pequenas e rotineiras até provocativas e enriquecedoras. Torne-se um “Agente de progresso” para outros. A única maneira de alcançá-lo é ser realmente, não há outro.

Artigo traduzido e adaptado de Rodolfo Velarde. Para conhecer mais sobre: https://www.linkedin.com/in/rodolfovelarde/

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Vida mais leve!

O melhor e mais contundente sintoma para perceber se você saiu da posição incômoda e dolorida de carregar o mundo nas costas é a medida de sua solidariedade. Quanto mais solidários nos tornamos, mais nossa tarefa de levar a vida se torna compartilhada e leve.

Parece um paradoxo que, ao nos abrirmos para cooperar com o outro, estejamos ganhando leveza e nos tornando menos atarefados. Como isso será possível?

Voltemos à esfera do cérebro. Tudo o que processamos redefine continuamente o mapa plástico e elástico do cérebro. Uma experiência feita nos Estados Unidos, a respeito da capacidade de poupar das pessoas, demonstrou que os doadores eram melhores poupadores que os não doadores. No período de dois anos do estudo, as pessoas que fizeram doações conseguiram poupar uma quantia três vezes maior que a guardada pelo grupo de não doadores. Esse princípio vale para qualquer recurso a ser gerido na vida, inclusive o tempo.

Ao doar seu tempo para alguma causa em que você realmente acredita, você estará criando condições dentro de uma perspectiva cerebral de abundância e prosperidade. Se já não bastasse o fato de que a solidariedade é que faz a vida comunitária mais aprazível, ainda há vantagem extra de recordar nossa percepção e nos educar, no sentido mais profundo do termo, para um uso mais adequado e equilibrado do tempo.

Ao exercermos nossa solidariedade, também estamos ampliando nossa visão sobre todas as coisas e, automaticamente, reprogramando nossas prioridades, nos desfazendo de metas menos consistentes e aumentando a clareza do que realmente traz valor à existência. A prática da solidariedade, em todas as suas perspectivas, é o caminho mais rápido para nos tornarmos conscientes e livres.


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