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Como controlar o uso dos eletrônicos dos nossos filhos?

“Só mais um pouquinho!” “Só acabar esta batalha!” “Mais 3 minutos!”
Estas são frases mais ouvidas por pais que têm filhos com eletrônicos nas mãos.

Saiba que você não está sozinho nessa. Muitos pais têm dificuldade sobre como criar os filhos num tempo em que todos estão ultra conectados. Como fazer para as crianças largar as conversas no WhatsApp, colocar o tablet de lado e dar um tempo nos eletrônicos?

1. É necessário investir no diálogo e limitar o tempo de uso de eletrônicos a no máximo duas a três horas por dia. Para evitar o “só mais um pouquinho”, avise que o tempo de uso está acabando, assim você vai preparando o término do uso.

2. Não dê celulares de última geração, assim o espaço de memória será limitado e a criança não terá a opção de baixar ilimitados aplicativos.

3. É necessário envolvê-los em atividades que os afastem dos eletrônicos. Visitas a parques, livrarias, caminhadas, museus, etc.

4. Sempre faça curadoria do conteúdo! Acompanhe o que seu filho está jogando, com quem está falando e sobre o quê.

5. Ter a consciência que são crianças que nasceram numa sociedade conectada e que não agirão como nós, pais, na nossa infância.

Enfim, bom senso! Usar com bom senso e limites evita problemas e aborrecimentos no ambiente familiar.

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Cuide de você!

“Não deixe o comportamento dos outros destruir sua paz interior.” (Dalai Lama)

Se tudo na vida ocorre em ciclos, é preciso ter a clareza de que os processos têm um tempo para acabar. Até a mais bela lembrança precisa ser atualizada por experiências ainda mais positivas, para não nos deixarmos prender pelo passado.

As mágoas, as más lembranças, as dívidas, as memórias que nos fazem sofrer precisam passar pelo poder curativo do perdão, pela compreensão do episódio (diagnóstico) a partir de um novo e revigorante olhar.

Nossa noção de uma vida linear não passa de um truque da mente, que faz a soma de todos os instantes vividos parecer uma só vida. Na prática, temos um conjunto sucessivo de instantes que nossa memória arquiva como uma mesma e longa sequência. Esse arquivamento ocorre de acordo com nossos modelos internos de realidade. É por isso que determinado evento pode ser traumático ou extremamente feliz para uns e não representar nada para outros.

Cada um olha o fato conforme sua peculiar noção de mundo e arquiva a informação com a capacidade que tem de interpretar e valorizar o evento. Por essa razão, não somos capazes de lembrar de todos os mínimos momentos vividos.

A memória não é precisa. Ela é um registro aproximado dos fatos — e mais um registro de nossa visão interna do que da realidade. Podemos dizer que uma memória não é uma “verdade inquestionável” e, portanto, que não é imutável. Pode e deve ser transformada sempre que essa transformação atende nossos interesses de bem-estar e desfrute da realidade.

Para que manter ativa uma memória de algo que não interessa para nossos propósitos?

Reconte a história para si mesmo. Refaça o cenário, coloque as personagens, som, e recrie aquela memória que lhe faz mal. Deixe ir o que não deseja mais. É tempo de reescrever a própria história. É tempo de diagnosticar, sonhar, orçar e poupar na busca de uma vida equilibrada.

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Novos tempos pedem novas atitudes e posturas

Em tempos de mudanças quanto vale a sua empregabilidade? Chegou o momento de reconhecer que a realidade é interdependente e precisa da participação de todos. O momento é de eficiência absoluta, controle dos processos para evitar o desperdício, agregar valor a tudo que for possível e flexibilizar ao máximo o serviço.

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Empreender

Você está cansado do seu trabalho e sonha em realizar algo diferente na sua vida?

Algumas orientações:

1 – Use sua insatisfação a seu favor

Se você está insatisfeito com o seu emprego, use isso ao seu favor. Quando nos sentimos insatisfeitos, reagimos com reclamação. Porém, essa não é a única alternativa. Podemos usar as mesmas circunstâncias ruins para criar uma nova visão de futuro. Para isso precisamos aprender a encarar a insatisfação como uma dádiva. Afinal de contas, as insatisfações moldam os sonhos. Então, identifique o que lhe incomoda e estude o que você pode fazer com isso.

2 – Tenha coragem

Todos nós temos sonhos que queremos realizar. Mas, como elegantes mendigos, nós os expomos como canecas vazias, esperando que alguém os financie, dê aprovação ou nos ofereça uma oportunidade. A melhor forma de ver seu sonho virar realidade é realiza-lo você mesmo. Como? Busque parceiros, economize dinheiro, seja criativo.

3 – Sinta-se confortável com o risco

O risco não é algo que nos faz sentir bem. Na verdade, é angustiante. Mas você pode se adaptar e se ajustar a ele. Com o tempo (e aquela dose de coragem), você irá se acostumar a não ter um emprego estável e conseguirá até “continuar agindo como um ser humano normal”, apesar dos riscos.

4 – Descubra seu sonho

Como saber qual empreendimento lhe fará feliz? Perceba que ter um sonho não quer dizer começar algo novo. Trata-se de redescobrir uma grande paixão que foi abandonada em favor de expectativas sociais, um falso senso de segurança, motivos mal concebidos ou um padrão de vida mais confortável. Lembre-se ainda que descobrir seu sonho significa encontrar seu ponto ideal. Ponto ideal reúne quatro elementos: paixão, demanda, plataforma (o seu público) e dom.

5 – Confie no impossível

Como disse Nelson Mandela, “Tudo parece impossível até que seja feito”. Portanto, não se abale se a sua ideia parecer maluca para as outras pessoas. Ceticismo e desconfiança são barreiras bem-vindas que impedem que outras pessoas façam o que você faz”.

6 – Estude e desmistifique

Já decidiu onde está o seu sonho? Agora é hora de entender do assunto. “Não há atalho para aprender coisas novas. Você precisa se submeter à humilhação de fazer perguntas, ao sofrimento de entender conceitos difíceis e ao tempo de dedicação para praticar o ofício”. Também é necessário desmistificar seu sonho, seja ele escrever um livro ou abrir um negócio. “Glorificamos escritores, mistificamos cineastas e tratamos líderes como celebridades, o que torna seu sucesso inatingível”.

7 – Resolva um problema

Antes de começar a colocar seu sonho em prática, questione qual problema ele quer resolver. “Pode ser a falta de um bom restaurante em sua cidade”. Se perceber que seu sonho não resolve nenhum problema, é preciso reformulá-lo para que ele o faça.

8 – Inove

Com essa resposta em mãos, busque quebrar as regras do seu setor e inovar. Ou seja, não seja apenas mais um, sob pena de não ser notado. Vá tentando melhorar até encontrar o modelo ideal para você. “Se não estão comprando, lendo, participando ou abraçando a causa, só há uma coisa a culpar: a fórmula. Nossa tarefa é continuar ajustando-a até que ouçamos o ‘clique’ da combinação correta”.

9 – Seja lucrativo

“Não se engane: seja seu sonho uma organização com ou sem fins lucrativos, um livro ou uma livraria seu objetivo é gerar receitas”. Caso contrário, seu objetivo não passa de um hobby. Portanto, faça as contas e mantenha as receitas maiores do que as despesas. Busque formas de conseguir dinheiro com o seu sonho e diminua os gastos. “Se você não conseguir fazer seu sonho funcionar em uma planilha de cálculo, não conseguirá fazê-lo no mundo real”.

10 – Facilite a compra

“[As pessoas] podem gostar da ideia, mas, se efetuar a compra for difícil demais, se for muito caro ou se não entenderem o que você está ofertando, elas desistirão”. Por isso, crie “pacotes” de serviços que sejam compreensíveis ao seu cliente e que tenham preços variados para atender tanto o cliente que está conhecendo você agora quanto aquele que já experimentou seu produto e está disposto a gastar mais.

11 – Ponha a mão na massa

“Há algo de magnífico em um sonho não executado. É fácil, Ele existe perfeitamente em nossa mente. E podemos sonhar com ele quanto quisermos, sem nunca derramarmos uma gota de suor. Mas as grandes ideias não têm nenhum valor a menos que sejam executadas”. Para de fato colocar seu sonho de pé, é preciso criar uma rotina de trabalho, mesmo que você tenha um emprego de 40 horas semanais, mesmo que você tenha filhos. É preciso conseguir tempo, sacrificar outros interesses e colocar seu projeto como prioridade.

12 – Dispense as desculpas

Não fique esperando as condições ideais para começar seu projeto. “Desculpas servem apenas de distração em relação à parte mais importante do sonhar: o fazer. É a execução – não o conjunto perfeito de circunstâncias ou uma quantia suficiente de dinheiro – que dá vida a seu sonho”.

13 – Aprenda a pedir

Para conseguir gerar dinheiro com o seu negócio, é preciso aprender a pedir. Ben Arment chama esse processo de aprender a “fazer chover”. “Pessoas que fazem chover geram renda pedindo. Pedem doações. Solicitam acordos e contratos. Pedem oportunidades. Pedem para se encontrar com líderes ou falar com eles por telefone. Solicitam publicidade, Criam ideias e pedem alguns minutos de seu tempo para apresentá-la”, explica.

14 – Insista

Se aprender a pedir é difícil, insistir pode ser ainda mais penoso. Temos muito medo de sermos rejeitados. “Temos que aprender a encarar a rejeição com mais naturalidade”. E a importância de insistir no pedido é simples: as pessoas estão ocupadas, recebem pedidos de outras pessoas, e às vezes não conseguem dar atenção ao seu projeto. “As pessoas não se opõem, apenas estão ocupadas”, reforça. Por isso, se não receber uma resposta, tente novamente.

15 – Crie uma marca

Não basta ter um produto ou serviço interessante para as pessoas, é preciso criar uma experiência por trás disso. Essa será a forma como você se apresenta para o mundo. “As pessoas querem uma experiência marcante que não encontram em nenhum outro lugar. Ela inclui o design gráfico, mas é muito mais do que isso. É a sensação, a personalidade, a linguagem, o estilo e a abordagem geral de seu sonho”.

16 – Contrate profissionais

Para que sua marca seja construída da forma correta, a dica é: contrate profissionais. Um logotipo ou um site feitos de forma amadora passam uma determinada mensagem para o público, diferente de um material feito por profissionais. Portanto, não queira fazer tudo sozinho.

17 – Crie seu público

De nada adianta ter uma ideia sensacional, se ninguém a conhece. Por isso, você precisa criar uma plataforma para você. Para isso, crie um blog, uma conta no Twitter, uma página no Linkedin, um canal no Youtube etc. Conte também com o público de amigos e conhecidos, ou ainda busque espaço na mídia. “Uma plataforma é a comunidade de pessoas que o seguem. Elas prestam atenção no que você faz ou diz, importam-se com suas opiniões, acompanham suas ofertas, compram seus produtos e compartilham seus interesses. Pode incluir seus seguidores nas mídias sociais, sua rede de amigos, seus atuais clientes ou os fãs do seu trabalho”.

18 – Seja seu próprio marqueteiro

É fundamental pensar como você vai lançar sua ideia para o mundo. Seu plano de marketing “pode incluir meios convencionais, como anúncios em revistas, comunicados à imprensa e mala direta, mas não subestime abordagens menos convencionais como as mídias sociais, experiências transmídia, eventos ao vivo, festas, eventos abertos e publicidade boca a boca”.

19 – Transforme seu sonho em negócio

Para permitir que você finalmente largue o emprego que você odeia, o seu sonho precisa se transformar em um negócio. “Se enxergar seu sonho apenas como um hobby, você sempre enfrentará dificuldades com o fluxo de caixa, seu impacto será pequeno e vai parecer que está começando do zero toda vez que se aventurar a realiza-lo”. E como fazer para que ele não seja apenas um hobby? O conselho do autor é buscar uma forma de gerar mais receitas sem precisar investir mais tempo, ou seja, é preciso ganhar em escala. Verifique se é possível atender vários clientes e uma vez ou automatizar processos, ou reaproveitar um material já produzido.

20 – Não desista

Ao longo do caminho para realizar o seu sonho, é bem provável que você encontre obstáculos difíceis, como falta de dinheiro, respostas negativas a pedidos importantes, um imprevisto na família etc. Isso pode levá-lo a querer desistir. O recado de Arment é: não faça isso. “Permita que sua vontade vença seus impulsos”, recomenda. Para isso, o autor aconselha a prever de antemão quais dificuldades fariam com que você desistisse. Assim, você diminui a chance de se deixar levar pelo desespero de um imprevisto no meio do caminho. “A pior hora para pensar em parar é quando você está no meio do caminho.”

Orientações baseadas no livro Viva o ano dos seus sonhos – Como largar o trabalho que você odeia e conquistar a vida que sempre quis” , o autor Ben Arment. Estas orientações orientam quem está insatisfeito com o trabalho e busca algo a mais. A obra é baseada no programa de coaching desenvolvido autor, batizado de “Dream Year”.

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Vida mais leve!

O melhor e mais contundente sintoma para perceber se você saiu da posição incômoda e dolorida de carregar o mundo nas costas é a medida de sua solidariedade. Quanto mais solidários nos tornamos, mais nossa tarefa de levar a vida se torna compartilhada e leve.

Parece um paradoxo que, ao nos abrirmos para cooperar com o outro, estejamos ganhando leveza e nos tornando menos atarefados. Como isso será possível?

Voltemos à esfera do cérebro. Tudo o que processamos redefine continuamente o mapa plástico e elástico do cérebro. Uma experiência feita nos Estados Unidos, a respeito da capacidade de poupar das pessoas, demonstrou que os doadores eram melhores poupadores que os não doadores. No período de dois anos do estudo, as pessoas que fizeram doações conseguiram poupar uma quantia três vezes maior que a guardada pelo grupo de não doadores. Esse princípio vale para qualquer recurso a ser gerido na vida, inclusive o tempo.

Ao doar seu tempo para alguma causa em que você realmente acredita, você estará criando condições dentro de uma perspectiva cerebral de abundância e prosperidade. Se já não bastasse o fato de que a solidariedade é que faz a vida comunitária mais aprazível, ainda há vantagem extra de recordar nossa percepção e nos educar, no sentido mais profundo do termo, para um uso mais adequado e equilibrado do tempo.

Ao exercermos nossa solidariedade, também estamos ampliando nossa visão sobre todas as coisas e, automaticamente, reprogramando nossas prioridades, nos desfazendo de metas menos consistentes e aumentando a clareza do que realmente traz valor à existência. A prática da solidariedade, em todas as suas perspectivas, é o caminho mais rápido para nos tornarmos conscientes e livres.

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